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Mama Africa

Corinna Kern Fotografa a Vida de Transsexuais Sul-Africanas


Mama Africa Transsexuais Sul-Africanas


Corinna Kern é uma fotojornalista nascida da Alemanha. Seu projeto mais recente captura a vida de pessoas transgênero no Cabo Oriental, África do Sul. Trabalhando com uma ONG chamada S.H.E. (Social, Health and Empowerment Feminist Collective of Transgender and Intersex Women of Africa), Kern passou seis semanas de 2014 documentando o cotidiano de seus personagens.

Transgêneros no Mercado de Trabalho


Transposição

Transposição é um documentário que busca mostrar a realidade do mercado de trabalho para transexuais e travestis. Ao explorar diferentes áreas profissionais, o filme relata as principais dificuldades encontradas por transgêneros no momento de conseguir um emprego, que vão desde o preconceito velado a problemas com a documentação. 

Este filme é um convite a entender a complexidade do universo trans e a problematizar a marginalização desta parcela da população na sociedade.

O Que Significa Ser Invisível no Brasil

Por Daniela Andrade*

Visibilidade Trans

O Dia da Visibilidade Trans surgiu em janeiro de 2004 por conta do lançamento da Campanha Nacional “Travesti e Respeito”, do Ministério da Saúde. Nesse dia 29, militantes e ativistas travestis, transexuais, transgêneros entraram no Congresso Nacional, em Brasília, para lançar nacionalmente a campanha.

Transfobia e Escola

transfobia e Escola

A transfobia, que costuma ser a manifestação mais letal da homofobia e do heterossexismo, na escola encontra maneiras bastante perversas para se manifestar, negar a humanidade e excluir.

Visibilidade Trans

Valorização da Auto-Estima e do Auto-Conhecimento


Em 2004, o dia 29 de janeiro foi escolhido como o Dia Nacional da Visibilidade Trans, "um marco histórico para simbolizar a luta pela cidadania e por igualdade de direitos", diz Majorie Marchi, presidente da Astra-Rio (Associação de Travestis, Transexuais e Transgêneros do Rio de Janeiro), em entrevista exclusiva ao site do Clam.

Igual a Você

ONU lança campanha “Igual a você” contra o estigma e o preconceito no Brasil


Iniciativa dá voz e notoriedade aos direitos humanos de estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas. Veiculação iniciará no dia 16 de novembro em emissoras de televisão de todo o país.

Travesti ?

No exterior, travestis brasileiras são tidas como transexuais secundárias

Marjorie Romão
"...No Brasil, o que é comumente conhecido e reconhecido pela cultura popular ou de massa como uma pessoa travesti é chamada de transexual em países como Estados Unidos, França ou Itália e classificada pela Associação Americana de Psiquiatria e pela Organização Mundial de Saúde como possuíndo um grau menor transexualidade. Isso porque sofre intervenções hormonais e eventualmente cirúrgicas para feminilizar o corpo (como próteses de silicone nos seios), passa 24 horas por dia com vestimentas e adereços de mulheres, comportando-se como elas, adota um nome considerado tipicamente feminino, mas não deseja a cirurgia de transgenitalização. Ou seja, para o discurso médico oficial, nossas travestis são consideradas transexuais secundárias.

Além disso, para muitos movimentos militantes de direitos LGBT, as categorias "travesti" e "transexual" são antes de tudo identidades de gênero com caráter político, e não necessariamente "transtornos" psíquicos. Dessa forma, podemos perceber como as diferenças entre transexuais, travestis, crossdresses e várias outras categorias que surgem constantemente são embates conceituais para tentar organizar, seja pela autonomia política, seja pela patologização médica, o trânsito entre gêneros que tanto incomoda nossa cultura.

Fonte: Revista Mente & Cérebro