Travesti Conta em Livro Sua Mudança e Experiências
Por Inaê Miranda
Desde que se assumiu travesti, aos 29 anos, Amara Moira vem trilhando um caminho de descobertas. Prazer, medo e um turbilhão de emoções marcam sua busca por um lugar no mundo. Encontrou na prostituição o primeiro espaço de acolhida e durante mais de um ano as pessoas com quem se relacionou foram clientes. “Senti a necessidade de me prostituir para lidar com o vazio emocional, com a solidão, com sentimento de que não tinha lugar para mim no mundo”. Doutoranda pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Amara lança no dia 15 de agosto, em Campinas, o seu livro 'E se eu fosse puta'.









